Frederico e Tatiana Teixeira, 34 e 36 anos, abriram sua segunda loja em Salvador em julho de 2022 e crescem na seleção e venda de queijos artesanais brasileiros.
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Frederico e Tatiana Teixeira, 34 e 36 anos, abriram sua segunda loja em Salvador em julho de 2022 e crescem na seleção e venda de queijos artesanais brasileiros.
Em sete anos, Eric e Sandra Houlbert construíram uma gama original de cerca de trinta queijos aromatizados. E não pretendem parar por aí… Existem os queijos clássicos da casa: com limão cristalizado, alho rosa, cogumelos, tomate seco e manjericão, cogumelos porcini… E as versões efêmeras, de acordo com as estações: com trufas frescas, folha de […]
Coluna da Associação de Comerciantes de Queijo Artesanal Brasileiro – ComerQueijo Chega à porta da loja uma senhora. Cabelos bem feitos, de um louro bem claro, curto e bem penteados. Com óculos, bem vestida, porém muito simples… «- Aqui que vocês vendem aqueles queijos bonitos do Instagram?» «- Sim, vendemos sim!» – responde a queijista […]
Na fronteira franco-suíça, à sudoeste do lago Léman, o queijista Cédric Cugnet transformou a antiga loja de queijos da cidade multiplicando suas iniciativas
Os sócios Marco Braga, 39 anos, e Damien Lamquet, 35, inauguraram a loja na praça da República onde os queijos artesanais ocupam lugar de destaque
Em Poços de Caldas, a loja Maturare do queijista Marcelo Pagin, 35 anos, tem uma relação diferente com o “passar do tempo”
Coluna da Associação de Comerciantes de Queijo Artesanal Brasileiro – ComerQueijo
A loja lançou o conceito de “Drive zéro déchet” e entrega os queijos em potes esterilizados
O selo de Responsabilidade Social Empresarial – RSE da Federação dos Queijistas da França
“Essa família de queijos é um carro chefe da loja, tem ótima saída. As pessoas chegam procurando um parmesão e acabam se surpreendendo ao conhecer produtos únicos artesanais brasileiros. Para o consumidor final, ele sai entre R$140 e R$200, os mais curados são mais valorizados”
Diferentes formatos, abrangências e periodicidades, mas com uma coisa em comum: os clubes de assinatura de queijos ganham o consumidor ao surpreenderem com a qualidade da curadoria
O queijo artesanal brasileiro aparece cada vez mais para o grande público, porém o consumidor
comum ainda se encontra perdido em meio a tantos aromas, texturas e sabores inéditos para sua biblioteca sensorial. E como podemos responder à recorrente pergunta que intitula esse artigo? Quem questiona busca uma resposta que se enquadre em seu repertório: será tipo um brie? Um minas padrão? Meia cura?
