Uma família unida pelo trabalho na produção queijeira.
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Uma família unida pelo trabalho na produção queijeira.
Bruno Toulemonde se redescobriu no segmento queijeiro e hoje colhe os frutos.
A influencer Poopi atinge novos públicos em suas redes ao percorre os melhores estabelecimentos da capital da Alsácia, promovendo as vendas do comércio.
Coluna da Associação de Comerciantes de Queijo Artesanal Brasileiro – ComerQueijo traz as perspectivas em torno do consumo de queijos.
O queijo artesanal brasileiro aparece cada vez mais para o grande público, porém o consumidor
comum ainda se encontra perdido em meio a tantos aromas, texturas e sabores inéditos para sua biblioteca sensorial. E como podemos responder à recorrente pergunta que intitula esse artigo? Quem questiona busca uma resposta que se enquadre em seu repertório: será tipo um brie? Um minas padrão? Meia cura?
Diferentes formatos, abrangências e periodicidades, mas com uma coisa em comum: os clubes de assinatura de queijos ganham o consumidor ao surpreenderem com a qualidade da curadoria
“Essa família de queijos é um carro chefe da loja, tem ótima saída. As pessoas chegam procurando um parmesão e acabam se surpreendendo ao conhecer produtos únicos artesanais brasileiros. Para o consumidor final, ele sai entre R$140 e R$200, os mais curados são mais valorizados”
O selo de Responsabilidade Social Empresarial – RSE da Federação dos Queijistas da França
A loja lançou o conceito de “Drive zéro déchet” e entrega os queijos em potes esterilizados
Coluna da Associação de Comerciantes de Queijo Artesanal Brasileiro – ComerQueijo
Em Poços de Caldas, a loja Maturare do queijista Marcelo Pagin, 35 anos, tem uma relação diferente com o “passar do tempo”
Os sócios Marco Braga, 39 anos, e Damien Lamquet, 35, inauguraram a loja na praça da República onde os queijos artesanais ocupam lugar de destaque
